domingo, 18 de outubro de 2009
Cristo é o exemplo. Do início ao fim.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Alma à preço de Salvação
quinta-feira, 5 de março de 2009
A salvação também é para mim!
Pois é…
A Palavra de Deus nunca volta vazia, diz Is 55:10-11. E cada vez mais o Espírito Santo tem me mostrado o porquê da Obra de Redenção de Jesus Cristo ser essa magnífica demonstração de Amor que Deus deixou para a humanidade.
Desde a época de Abel e Caim, Deus tem nos dito sobre o valor do sacrifício. Acredito que uma das primeiras lições que Ele nos deu foi sobre o sacrifício agradável a Ele. Segundo Gn 4:2, Abel era pastor e Caim era agricultor. Seguindo pelas Escrituras, vemos que “trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor. (Gn 4:3), Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste. Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta (Gn 4:4) ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. (Gn 4:5)”. Aqui, o Senhor nos mostra o valor do sacrifício sincero, o verdadeiro sacrifício “por amor”. Caim trouxe do fruto da terra. Era o fruto do seu trabalho. Plantio e colheita. E esse fruto era motivo de orgulho para Caim. Afinal “ele” trabalhou, “ele” se sacrificou para oferecer aquele sacrifício ao Senhor. Mas Deus não precisa do fruto do nosso trabalho. Ele é Poderoso, e é o Senhor de todas as coisas. Ele deixou o fruto de nosso trabalho para nós mesmos. Nós precisamos nos alimentar, precisamos nos vestir. Mas Deus não necessita dessas coisas. E quanto a Abel? Abel sacrificou um cordeiro perfeito, primícia do rebanho. Ora, o cordeiro é fruto do trabalho do pastor? Não. É obra divina. Mas poderemos argumentar: e as plantas e frutos, também não o são? Naturalmente, porém para que seja produtiva, a terra tem que ser arada, trabalhada, com o suor do próprio homem (Gn 3:17-18). O homem incauto acreditará que aquilo é fruto de seu trabalho e não obra de Deus. Quanto ao cordeiro, este nasceu e cresceu apenas sob a guarda do seu pastor, cujo único trabalho foi o de conduzir o rebanho à pastagem e cuidar de sua proteção. Seus olhos contemplavam apenas a Obra de Deus, e no tempo oportuno, Abel restituiu a Ele o que lhe era de direito. O sacrifício do cordeiro passou a ser a propiciação pelo perdão dos pecados, pois restituía a Deus, o que lhe era de direito e o homem havia lhe usurpado.
E a humanidade continuou seu curso. Depois da queda do Paraíso, o homem tornou-se pecador, cresceu e multiplicou segundo sua espécie (Gn 1:12, 1:21, 1:24) . E naquele momento, como era a natureza humana? Pecadora. Caída. Afastada de Deus. Assim todos nós, descendência de Adão, seguimos a lei irrevogável de Deus, multiplicando-nos segundo nossa própria espécie e tornando-nos pecadores desde o nascimento.
Mas esse Deus é tremendo! E através das Suas Palavras nas Escrituras veio mostrando para o homem como seria sua salvação. Seria também através de um sacrifício sim, onde um único Homem derramaria Seu sangue por toda a humanidade. Porém, Deus, deu-nos o livre arbítrio, o direito de escolha. Assim a nossa salvação estaria mediante à uma condição apenas: Nosso desejo de ser salvo. Deus nos deixou um exemplo de como seria essa salvação. Quando o povo de Israel estava caminhando e mumurando contra Moises e o Senhor pelo deserto, Deus mandou “serpentes abrasadoras” para morderem o povo (Nm 21:5). Moisés intecedeu por Israel, então o Senhor mandou que se fizesse uma serpente de bronze e a colocasse no alto de uma haste, para que todo aquele que fosse picado pela serpente abrasadora apenas olhasse para a serpente de bronze na haste e seria curado. Profeticamente, as serpentes abrasadoras são os pecados cometidos pela humanidade, cuja a picada lhe causava a morte espiritual. A serpente de bronze é o Salvador da Humanidade, Jesus Cristo, que carregou consigo todos os nossos pecados e iniquidades, o verdadeiro sacrfício do cordeiro, o instrumento da salvação. O ato de olhar a serpente, é o ato de CRER NA SALVAÇÃO VINDA DA CRUZ NO CALVÁRIO. Quem olhasse para a serpente seria curado. Quem não olhasse, consequentemente, também não o seria. Assim também é o Sacrifício de Jesus: Crer que ele carregou nossos pecados, nossas dores, nossas iniquidades e aceitar que nossas OBRAS nada podem fazer para garantir nossa salvação é “olhar” para Ele e ser curado! Deus vem ensinando isso ainda hoje, visto que Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre será! E, a maior prova que a Fé no sacrifício de Jesus promove a salvação veio da própria boca de Jesus! Junto a Jesus Cristo também foram crucificados dois ladrões. Um deles ironizava a Jesus, dizendo para salvar-se a si mesmo e a eles. Jesus ouvia calado. O outro ladrão, RECONHECENDO A SUA CONDIÇÃO DE PECADOR, defendia a Jesus, dizendo-se CULPADO e MERECEDOR do castigo da crucificação. Mas Jesus não havia cometido crime algum, pecado algum. E não merecia estar no madeiro. (Lc: 23:41-42) E ainda mais! CREU NO SALVADOR, quando disse: “lembra-te de mim quando vieres no teu reino”. Isso é CRER na OBRA REDENTORA do Calvário! Ele acreditou que Jesus Cristo era o Salvador! E Jesus lhe respondeu no versículo seguinte: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”. Sim! Este ladrão humano, que matou, roubou e tantou outros pecados cometeu, estava liberto de tudo o que o arrastava para o inferno, no momento que CREU em Jesus Cristo! Assim um EX-LADRÃO “inaugurou”o Paraíso Celestial preparado por Jesus!
Deus poderia ter deixado prova maior do seu amor? Jesus quer apenas que você creia Nele. Ele se sacrificou por mim e por você. Afinal, a salvação tambem é para você!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Criação x Evolução: Não sou uma xícara colada!
Neste carnaval fui, juntamente com a minha esposa e filha, num retiro de carnaval na cidade de Conceição dos Ouros, Minas Gerais. É uma cidade pequena situada no sul do estado, onde ainda podemos encontrar cotidianamente os carros de bois e galinhas andando pelas ruas, ao lado de automóveis modernos e caminhões enormes. Pessoas andam na rua com celulares de última geração, e existe até uma estrutura de internet “wire-less” na cidade. Onde o homem vai, procura levar a tecnologia consigo, pois tornou-se tão dependente dela quanto da água que bebe e do ar que respira.
E nesse retiro, tivemos a oportunidade de estar bem “apartados” dessa tecnologia, salvo os “inseparáveis celulares”. O local era uma escola rural, localizada próxima à uma das fazendas históricas, produtoras de café, da região. Um local simples, rústico, mas repleto de algo maravilhoso… Uma presença sobrenatural encontrava-se ali, pronta para alimentar muitos espíritos famintos, em busca de respostas. Essa presença era o Espírito Santo de Deus. E, nesse acampamento, cada um de nós foi tocado de uma forma direfente, naquilo que buscamos.
Alguns receberam conforto espiritual. Outros receberam curas de males, tanto do corpo como da alma.
Outros receberam respostas. E eu me incluo nessa categoria. Nosso Pai é tão Maravilhoso, e ele nos ensina tão docemente, que todas aquelas perguntas, antes mistérios insondáveis, agora passam a ter uma conotação de extrema simplicidade e beleza, como toda a Obra da Criação. E minhas dúvidas, naquele momento, vinham de muito tempo atrás, quando eu ainda estudava na escola secular. Foi-nos ensinado “desde sempre”, que o homem é um produto da evoução da vida na Terra. Darwin formulou uma teoria, feita a partir da observação de muitos animais, seus habitats e genealogias, que colocava a vida na Terra – inclusive o homem, imagem e semelhança de Deus – como produto de uma evolução contínua e sistemática, partindo de seres mais simples e primitivos, que, com o passar do tempo e atraves de interações físicas e ambientais, veio ganhando complexidade para se tornar o homem, considerado hoje o ápice da cadeia evolutiva. Realmente um teoria muito bem proposta, e que confesso, norteou meus conhecimentos a cerca da “beleza da criação” durante os tantos anos em que segui a doutrina espírita.
Mas carecia de dois pilares básicos. O primeiro e mais impor-tante: Não tinha sustentação bíblica. Na Palavra de Deus não está escrito, em nem uma parte dela, que o peixe tornou-se anfíbio, depois um réptil, ave, e/ou mamífero. Mas sim, está escrito que Deus criou todos os animais e plantas cada um segundo sua espécie. Simples e objetivo, como toda a sua Palavra Criadora. Isso ecoava em mim. Eu sabia que a Bíblia não poderia estar errada. Deus não mente, não se engana, não desfaz a sua Palavra. O Verbo é Lei, perfeita e imutável. Deveria haver uma razão para Deus ter escrito aquilo, exatamente daquela forma. E foi quando o Espírito Santo colocou, bem diante dos meus olhos, a resposta às minhas perguntas…
A Teoria da Evolução de Darwin, como qualquer outra teoria, precisa ser testada e aprovada em todas as suas previsões, sem contanto contrariar uma lei física já estabelecida. E a Teoria da Evolução não se adequa ao um dos pilares da Fisica: A segunda lei da termodinâmica. Não entrarei em detalhes dessa lei física, mas darei um exemplo de sua atuação e de como Deus, na sua Palavra já nos ensinava sobre a sua existencia. Imagine uma xícara de porcelana sobre uma mesa, bem na sua borda. Alguem, descuidadamente bate na mesa, e esta xícara cai, bate no chão e se quebra em muitos pedaços. Uma cena muito comum, todos hão de concordar. E muito simples de ser imaginada. Embora não aparente, a xícara é uma estrutura complexa. Ela possui um estado de organização bem consistente, que denota sua forma, por exemplo. Mas com o suceder do tempo, a xícara cai da mesa e se quebra. A xícara continua a existir, porem agora e muitos pedaços. Nunca veremos uma xícara espatifada no chão juntar-se sozinha, no seu formato original, e “voar” para cima da mesa. Essa lei diz que um sistema organizado tende a tornar-se desorganizado com o tempo. A xícara se quebra. Os animais morrem e decompom-se. O prório universo está esfriando.
No princípio da criação, Deus criou Adão, que viveu mais de 900 anos. Deus o criou perfeito. Mas Adão acolheu o pecado em seu coração e tornou-se imperfeito. Comecou aí a atuar a desorganização. Foi se tornando velho, até que um dia morreu. Teve descendentes, que, conforme a Lei de Deus foram segundo sua espécie, ou seja, pecadores imperfeitos… E a expectativa de vida do homem foi caindo, a xícara se quebrando… Isso corrobora a lei da termodinamica, a invés de contradize-la. O homem não foi se tornando melhor, e sim pior. Ao ponto de Deus querer acabar com a raça humana. E não pensem que a evolução da tecnologia prova a teoria de Darvin. O homem aprendeu a passar o conhecimento de geração em geração. Apenas isso. Se deixarmos uma criança privada de toda a tecnologia desde o seu nascimento, certamente ela nao saberá nem ler, nem escrever., muito menos usar um celular ou computador. Isso nao é evolução, e sim conhecimento passado.
"Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma", de Lavoisier - “Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar, e nada lhe tirar” (Ec 3.14).
Ciclo Hidrológico (Geologia): “Todos os rios correm para o mar e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr” (Ec 1.7).
A Teoria da Evolução pressupõe que a vida começou “aos cacos”, com as células nascendo de um meio inanimado (contra a Lei de Deus, “segundo suas espécies”, e contra a lei das ciências dos homens – a biogênese.) e organizando-se “ao acaso” até formar um ser tão complexo como o homem. Pois será mais fácil ver uma xícara quebrada colar-se novamente! Como pode o homem negar a excelência da criação, atribuindo ao acaso e a “seleção natural” a estrutura complexa do ser humano, quando suas proprias observações a respeito do universo contradizem isso?
Deus criou o homem perfeito. O homem rebelou-se contra Deus, pecando. Ganhou a morte com isso. E ainda assim, Deus mandou seu único filho para resgatar nossos espíritos. Nos dará novos corpos, glorificados, pois estes irão se desgastar com certeza, por nossa própria escolha. Olhe para você. Você não é obra do acaso. Você não é uma xícara colada. Você é um vaso de bençãos, perfeito e único, criado direto das mãos de Deus!
Que Deus te Abençoe!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Renovar para Avivar
(Marcos 2:22) - E ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos.
(Lucas 5:37) - E ninguém deita vinho novo em odres velhos; de outra sorte o vinho novo romperá os odres, e entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão;
(Lucas 5:38) - Mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos, e ambos juntamente se conservarão.
O vinho novo, às vezes chamado de mosto, é o suco da uva, ainda não fermentado. É o Espírito Santo de Deus e o avivamento tão intensamente buscado pelo Cristão.
Um odre é uma bolsa feita de couro curtido, muito resistente, utilizada para armazenar líquidos, especialmente água e vinho, durante longas viagens. O odre somos nós, cristãos crentes, sedentos pela Unção do Espírito Santo.
Agora, vamos entender o que acontece com o vinho novo ou mosto dentro do odre: esse vinho passa por um processo de fermentação, processo esse que geram gases dentro do odre, estufando-o e aumentando muito a pressão dentro dele.
Que Deus abençoe a todos vocês.
